Maior estudo sobre farmacogenética reforça importância do teste

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Maior estudo sobre farmacogenética reforça importância do teste

Digital illustration of a dna

No dia 5 de maio do corrente ano, durante o APA Annual Meeting (Encontro Anual da Associação Americana de Psiquiatria), foi apresentado o maior estudo clínico randomizado controlado já realizado com testes farmacogenéticos em todos os tempos. O estudo demonstrou que o uso de testes farmacogenéticos no tratamento de  pacientes diagnosticados com depressão refratária aumentou as taxas de remissão em 50% em relação ao tratamento comum no período de oito semanas.

Após 24 semanas, a taxa de remissão dobrou em comparação com as oito semanas anteriores, aumentando em 30%.

Liderado pelos Drs. Sagar Parikh e John Greden, da Universidade de Michigan, o estudo foi realizado com 1.167 mil voluntários em 60 locais de estudos, incluindo 20 grandes instituições acadêmicas. Os critérios para participar do estudo exigiam, ao menos, uma falha prévia de medicação psicotrópica. Contudo, os pacientes já haviam falhado, em média, no uso de 3,5 medicações. O estudo contou com a colaboração da National Network of Depression Centers (NNDC), Rede Nacional de Centros de Depressão.

Os testes farmacogenéticos utilizados no estudo caracterizam-se por utilizar um painel genético que inclui genes de metabolização, resposta e toxicidade.

No Brasil, a GnTech já disponibiliza Testes Farmacogenéticos com tecnologia de ponta (NGS), alta precisão e fácil interpretação, que analisam 26 genes (e 506 variantes) de metabolização, resposta e toxicidade e abrangem 79 medicamentos para SNC.

Saiba mais sobre o Teste Farmacogenético da GnTech

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