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Guia completo sobre sertralina: para que serve, como funciona e efeitos no tratamento da depressão

A sertralina é um medicamento antidepressivo da classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina.
  • Por Guido Boabaid
  • agosto 1, 2023
  • 10/03/2026
  • Tempo: 8 minutos

A sertralina é um dos medicamentos mais conhecidos e prescritos para tratar a depressão e a ansiedade.

Trata-se de um antidepressivo que atua no equilíbrio da serotonina, um neurotransmissor ligado ao humor, ao sono e ao bem-estar emocional, e que tem ajudado milhares de pessoas a recuperar o equilíbrio no dia a dia.

Neste artigo, explicaremos para que serve a sertralina, como ela funciona no cérebro, quais efeitos pode causar e quais cuidados são necessários durante o tratamento. Acompanhe!

Close-up de uma pessoa segurando um copo de água e pequenos comprimidos (pílulas de Sertralina) na palma da mão, ilustrando o uso do medicamento antidepressivo para o tratamento de depressão e ansiedade.

Sumário

  • O que é sertralina e para que serve?
  • Para o que é usada a sertralina?
  • Quais os efeitos que a sertralina pode causar?
    • Quem toma sertralina fica mais calma?
    • Pode dar sertralina para criança?
  • Como a sertralina funciona no cérebro?
  • Teste farmacogenético e o uso da sertralina
  • A sertralina e o papel da GnTech na personalização do tratamento
  • Perguntas frequentes sobre sertralina

O que é sertralina e para que serve?

A sertralina é um antidepressivo da classe dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS) cujo objetivo é ajudar a equilibrar os níveis de serotonina no cérebro.

Esse medicamente é utilizado no tratamento da depressão e de transtornos de ansiedade, sendo amplamente estudado e prescrito na psiquiatria para melhorar a saúde mental dos pacientes.

Seu uso, porém, deve sempre ser prescrito e acompanhado por um médico, já que cada organismo reage de maneira diferente aos medicamentos que atuam no sistema nervoso central. Nesse aspecto, a medicina personalizada e a farmacogenética podem ser grandes aliadas para o tratamento.

Entenda mais sobre a sertralina:

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Para o que é usada a sertralina?

Uma das principais características da sertralina é a sua versatilidade. Trata-se de um medicamento que pode ser usado no tratamento de diversos transtornos depressivos e ansiosos, além de outras condições que comprometem a saúde mental.

Entre os diagnósticos em que o médico pode indicar o uso da sertralina estão:

  • Depressão, com episódios depressivos maiores ou recorrentes;
  • Transtorno de ansiedade generalizada (TAG);
  • Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC);
  • Transtorno do pânico;
  • Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).

Em alguns casos, ela também pode ser prescrita em quadros de transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), para reduzir oscilações de humor intensas.

Vale destacar que a decisão sobre o uso da sertralina depende sempre de uma avaliação médica individual e detalhada, considerando o histórico clínico, outras medicações em uso e a resposta do paciente.

Quais os efeitos que a sertralina pode causar?

Como qualquer medicamento que atua no sistema nervoso central, a sertralina pode causar efeitos colaterais, principalmente nas primeiras semanas de tratamento.

Entre os efeitos adversos mais observados em pacientes durante o uso do medicamento estão:

  • Efeitos gastrointestinais, como náusea, desconforto abdominal, diarreia;
  • Alterações no sono, como insônia ou sonolência;
  • Mudanças no apetite e peso;
  • Agitação ou nervosismo leve;
  • Alterações na libido;
  • Tontura ou vertigem;
  • Boca seca e sudorese.

É importante notar que esses sintomas costumam ser temporários, pois o organismo se adapta ao medicamento com o tempo. No entanto, qualquer efeito persistente deve ser discutido com o médico para avaliar a eventual necessidade de ajustes na dose ou mesmo mudança na prescrição.

Quem toma sertralina fica mais calma?

Em parte dos casos, pode acontecer sim. Ao equilibrar a serotonina, a sertralina pode reduzir a tensão, o nervosismo e a sensação de ansiedade. Contudo, essa resposta depende de fatores individuais e pode levar algumas semanas para que o paciente a perceba de forma estável.

Pode dar sertralina para criança?

O uso da sertralina em crianças e adolescentes pode ocorrer em situações específicas, mas sempre com acompanhamento especializado e prescrição pediátrica.

Em alguns casos, como no transtorno obsessivo-compulsivo em crianças e adolescentes, o médico pode prescrever o medicamento. Porém, o tratamento exige acompanhamento rigoroso e avaliação cuidadosa dos riscos e benefícios.

Mas atenção, qualquer medicação psiquiátrica em menores de idade nunca deve ser iniciada sem orientação médica, pois a dosagem e o monitoramento são indispensáveis para garantir a segurança.

Como a sertralina funciona no cérebro?

Para entender o funcionamento da sertralina no cérebro dos pacientes, é preciso compreender o papel dos neurotransmissores, que atuam na comunicação entre os neurônios. Um deles é a serotonina, que age na regulação do humor, do sono, do apetite e da ansiedade.

Pois bem, o que a sertralina faz é justamente inibir a recaptação da serotonina, aumentando sua disponibilidade nas sinapses. 

Essa ação favorece uma comunicação mais estável entre os neurônios e tende a reduzir sintomas como:

  • Tristeza persistente;
  • Irritabilidade;
  • Inquietação.

Vale lembrar, contudo, que o efeito terapêutico não é imediato, aparecendo geralmente entre duas e quatro semanas de uso contínuo.

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Teste farmacogenético e o uso da sertralina

Os testes farmacogenéticos avaliam o DNA do paciente para identificar variações genéticas que influenciam a forma como o organismo reage a diferentes medicamentos, incluindo os antidepressivos.

No caso da sertralina, certas variações em genes ligados às enzimas do fígado podem alterar a velocidade com que o corpo processa o remédio. O teste farmacogenético é uma forma individualizada de entender a resposta medicamentosa de cada paciente, orientando o médico na escolha do antidepressivo e da dose mais adequada.

Por isso, a farmacogenética pode ajudar a entender por que algumas pessoas respondem melhor ou pior à sertralina, e ainda auxiliar o médico na hora da prescrição.

As variações genéticas podem fazer com que o organismo processe o remédio mais rápido ou mais devagar, influenciando:

  • A eficácia do tratamento;
  • O risco de efeitos colaterais;
  • A necessidade de ajuste de dose;

Entre os benefícios do teste farmacogenético para esse fim, podemos citar:

  • Identificar a melhor opção de antidepressivo para o paciente;
  • Reduzir tentativas e erros no tratamento;
  • Prever risco de efeitos adversos;
  • Apoiar decisões médicas mais personalizadas.

A GnTech realiza esse tipo de análise através dos seus testes farmacogenéticos, que auxiliam profissionais de saúde a otimizar o tratamento de pacientes com depressão, ansiedade e outros transtornos de saúde, sempre buscando segurança e precisão clínica.

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A sertralina e o papel da GnTech na personalização do tratamento

A resposta de antidepressivos como a sertralina varia de pessoa para pessoa devido a fatores genéticos e clínicos. E os testes farmacogenéticos da GnTech ajudam os médicos a compreender essas diferenças e a definir estratégias terapêuticas mais seguras e personalizadas.

Entre os benefícios da farmacogenética no contexto do uso de medicamentos antidepressivos, podemos destacar a maior previsibilidade no tratamento, a redução do tempo de ajuste medicamentoso e a maior segurança na escolha do remédio adequado.

Quer entender como seu organismo pode reagir aos antidepressivos? Conheça o teste farmacogenético Psicogene Pro da GnTech e veja como a genética pode contribuir para uma vida com mais qualidade, equilíbrio e bem estar. 

Perguntas frequentes sobre sertralina

Ficou com alguma dúvida a respeito do tratamento com sertralina? Então confira se ela está respondida abaixo.

Qual a interação entre lítio e sertralina?

Essa combinação aumenta o risco de um efeito raro chamado Síndrome serotoninérgica, causado por excesso de serotonina no cérebro. Isso pode provocar sintomas como agitação, tremor, febre ou confusão.

Qual é mais forte, sertralina ou lítio?

Não dá para dizer que um é “mais forte”. A sertralina é um antidepressivo usado para depressão e ansiedade, enquanto o lítio é um estabilizador de humor usado principalmente no transtorno bipolar. Eles têm funções diferentes no cérebro.

Qual remédio não misturar com sertralina?

A sertralina, um ISRS, não deve ser misturada com inibidores da MAO (como selegilina ou iproniazida), devido ao risco grave de síndrome serotoninérgica, potencialmente fatal. Pimozida também é contraindicada, pois eleva seus níveis plasmáticos, podendo causar arritmias.

Foto de Guido Boabaid

Guido Boabaid

Psiquiatra e Psicoterapeuta. CEO e fundador da GnTech, Professor Convidado da Faculdade de Medicina da Unisul - Pedra Branca. Médico do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein. Mais de 1.000 casos clínicos guiados pelo Teste Farmacogenético.

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