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Teste genético e o combate à depressão

Entenda a importância do teste genético no combate à depressão.
  • Por Guido Boabaid
  • abril 12, 2023
  • 03/07/2025
  • Tempo: 5 minutos

O teste genético pode ser uma peça importante no combate à depressão, possibilitando um tratamento mais assertivo e seguro. Até então, os médicos estavam acostumados a prescrever medicamentos baseados nas características do paciente como idade, função renal, função hepática, interação entre medicamentos e preferências do paciente. Porém, a prescrição de forma empírica está perdendo espaço.

É neste cenário que entra o teste farmacogenético. O exame oferece ao médico um compilado de características genéticas do paciente para escolhas de medicação e doses baseadas em evidências científicas.

Ilustração de personagens estudando e avaliando filamento de DNA

Sumário

  • Como as particularidades genéticas afetam no tratamento da depressão
  • Estudos sobre a eficácia do teste genético no tratamento da depressão
  • Teste genético da Gntech®

Como as particularidades genéticas afetam no tratamento da depressão

As diferenças genéticas interétnicas na prevalência de variações no DNA afetam as enzimas que fazem a metabolização de substâncias, transporte dos fármacos e seus receptores. Essas enzimas estão bem documentadas e consideradas com a perspectiva da farmacoterapia individualizada.  Além disso, os polimorfismos genéticos relevantes raramente estão presentes ou ausentes em apenas uma das três maiores populações continentais que são mais extensamente investigadas: Africana, Asiática e Europeia.

Independente do termo “raça” ser uma construção social sem significado biológico, existem fortes evidências de que há mistura genética de pessoas com diferentes ancestrais na maioria das populações, senão em todas. Por exemplo, no continente americano, os nativos ameríndios e pessoas da Europa e África contribuíram em diferentes níveis e em maneiras específicas para uma população triplamente híbrida.

A diferença genética que surge com a miscigenação e os polimorfismos gerados a partir disso influenciam como uma população tende a metabolizar um medicamento. Por exemplo, o gene da TPMT, enzima que “quebra” uma classe de denominada tiopurinas, ilustra a diferença que pode ser observar-se nas populações da América. Nos brasileiros, a frequência da variação dos alelos TPMT*3A e TPMT*3C não diferem significativamente. Enquanto isso, em americanos descendentes de europeus, a TPMT*3A é 16 vezes mais frequente, e nos afro-americanos três vezes menos frequente que o TPMT*3C. Sendo assim, a miscigenação torna ativos certos polimorfismos que originalmente não estariam presentes na população oriunda.

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Estudos sobre a eficácia do teste genético no tratamento da depressão

Uma das grandes contribuições para a validação da aplicabilidade clínica da farmacogenética é o estudo publicado no início de 2019 por Greden et al.: Impact of pharmacogenomics on clinical outcomes in major depressive disorder in the GUIDED trial: A large, patient- and rater-blinded, randomized, controlled study.

A pesquisa analisou 1.167 pacientes com transtorno depressivo maior e que tenham apresentado resposta inadequada a pelo menos um antidepressivo. Assim, apesar do pré-requisito de uma única falha terapêutica, a média entre os pacientes foi 3.51 tentativas.

Os pacientes dividiram-se entre um grupo com tratamento usual (treatment as usual; TAU) e outro com tratamento guiado por teste farmacogenético (guided-care). Todos os participantes realizaram o teste farmacogenético, mas apenas os médicos de pacientes do grupo com tratamento guiado tiveram acesso ao laudo no início da aplicação do estudo. Além disso, todos os pacientes ficaram sem saber de qual grupo faziam parte até a oitava semana de tratamento.

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Na semana 8 do estudo, realizou-se a comparação da melhora dos sintomas, com base na Escala Hamilton para Avaliação da Depressão, resposta e a remissão. Os pacientes que tomavam medicação incongruente e fizeram a troca por uma congruente tiveram um aumento significativo na melhora de sintomas (33.5% versus 21.1%; p=0.002), na resposta (28.5% versus 16.7%; p=0.036) e na remissão (21.5% versus 8.5%; p=0.007) quando comparados aos pacientes que permaneceram com a medicação incongruente, conforme figura abaixo.

Como resultado, o estudo de Greden et al. (2019) se mostrou favorável para a aplicabilidade do teste farmacogenético. O exame provou trazer benefícios em relação ao tratamento usual, conhecido como “tentativa e erro”. O teste gera aumento das taxas de resposta e de remissão em pacientes com depressão moderada a severa que possuem um histórico de resistência ao tratamento.

A pesquisa mostrou especialmente a importância do teste farmacogenético para os pacientes que faziam uso de uma medicação inadequada. Isso porque, com o exame, puderam trocar para um fármaco mais eficaz de acordo com seu perfil genético.

Confira a publicação do estudo aqui.

Teste genético da Gntech®

No Brasil, a GnTech é um laboratório pioneiro e referência em teste genético para tratamento de depressão, ansiedade e outras doenças do Sistema Nervoso Central. 

A coleta de material genético pode ser feita de qualquer lugar do país. O procedimento é muito simples e o paciente pode realizar em casa. O kit para realizar o procedimento normalmente é enviado pelo correio. 

Confira aqui como é a coleta para o teste farmacogenético.

Foto de Guido Boabaid

Guido Boabaid

Psiquiatra e Psicoterapeuta. CEO e fundador da GnTech, Professor Convidado da Faculdade de Medicina da Unisul - Pedra Branca. Médico do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein. Mais de 1.000 casos clínicos guiados pelo Teste Farmacogenético.

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