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Antidepressivos: para que servem, principais indicações, contraindicações e quais os tipos

  • Por Guido Boabaid
  • novembro 12, 2025
  • 12/12/2025
  • Tempo: 7 minutos

A saúde mental tem se tornado um tema cada vez mais relevante, e o uso de antidepressivos é um dos tratamentos mais comuns para transtornos como a depressão e a ansiedade. 

No entanto, o efeito desses medicamentos pode variar de pessoa para pessoa, e é importante contar com o acompanhamento médico para garantir a melhor escolha do tratamento. 

O que poucos sabem é que, além de uma boa orientação médica, a medicina personalizada também pode contribuir para esse processo. 

Se você deseja entender melhor como os antidepressivos funcionam, seus tipos e como a farmacogenética pode ajudar a otimizar o seu tratamento, e trazer melhores respostas, continue a leitura.

Sumário

  • O que um antidepressivo faz?
  • Quais são os medicamentos antidepressivos?
  • Quais são as principais indicações de antidepressivo?
    • Quais são as contraindicações de antidepressivos?
    • Como a pessoa fica quando toma antidepressivo?
  • Como a GnTech contribui no tratamento com antidepressivos
  • Antidepressivos: por que a personalização faz diferença
  • Perguntas frequentes sobre antidepressivos

O que um antidepressivo faz?

Os antidepressivos têm como principal função a regulação de neurotransmissores no cérebro, como a serotonina, a dopamina e a noradrenalina. Esses neurotransmissores estão ligados ao controle do humor, e sua desregulação é muitas vezes associada a quadros de depressão e ansiedade. 

Ao ajudar a restaurar o equilíbrio desses químicos cerebrais, os antidepressivos têm o potencial de aliviar sintomas como tristeza profunda, falta de interesse nas atividades diárias, irritabilidade e ansiedade excessiva.

No entanto, o efeito terapêutico desses medicamentos não é imediato. Embora o profissional possa perceber os primeiros sinais de melhora em algumas semanas, o efeito completo leva mais tempo para se manifestar, e o acompanhamento médico contínuo é indispensável.

Para que o tratamento traga bons resultados, é necessário ajustar as doses e o tipo de medicamento conforme a resposta de cada paciente.

Pessoa segurando em close-up duas cartelas de medicamentos, representando os antidepressivos usados no tratamento de transtornos como depressão e ansiedade. O uso desses medicamentos tem como principal função a regulação de neurotransmissores no cérebro.

Quais são os medicamentos antidepressivos?

Os antidepressivos são divididos em Inibidores Seletivos de Recaptação de Serotonina (ISRS), Inibidores da Recaptação de Serotonina e Noradrenalina (IRSN), Inibidores da monoamina oxidase (IMAO) e antidepressivos tricíclicos ou atípico. Cada um deles possui um mecanismo de ação diferente. 

Entre os mais comuns, podemos citar:

  • ISRS: esses medicamentos aumentam a disponibilidade de serotonina no cérebro. Exemplos incluem fluoxetina, sertralina e escitalopram;
  • IRSN: aumentam a concentração de serotonina e noradrenalina, para melhorar o humor e reduzir os sintomas de ansiedade. Um exemplo comum é a venlafaxina;
  • Antidepressivos tricíclicos: são medicamentos mais antigos que, além de afetar a serotonina e noradrenalina, também influenciam outros neurotransmissores. A amitriptilina é um exemplo dessa classe;
  • Antidepressivos atípicos: com mecanismo de ação menos convencional, esses medicamentos são usados em casos específicos, como o bupropiona;
  • Inibidores da monoamina oxidase (IMAO): atuam na enzima que degrada os neurotransmissores, são usados em casos mais graves de depressão.

Vale lembrar que um médico deve fazer a escolha do medicamento mais adequado, pois cada classe de antidepressivo tem efeitos distintos, e o médico pode indicá-la mais dependendo do perfil do paciente.

Quais são as principais indicações de antidepressivo?

O uso de antidepressivos não se restringe apenas ao tratamento da depressão. Esses medicamentos também são indicados para uma série de outros transtornos psiquiátricos, tais como:

  • Ansiedade generalizada e transtornos de pânico;
  • Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC);
  • Síndrome do pânico;
  • Dor crônica, principalmente quando associada a transtornos psiquiátricos.

Quais são as contraindicações de antidepressivos?

Embora os antidepressivos possam ser muito úteis para tratar diversos transtornos mentais, o paciente deve fazer o seu uso com cautela em algumas situações como gravidez, histórico de reações, algumas doenças e interações entre medicamentos.

O médico deve avaliar os riscos e benefícios antes de prescrever o medicamento. Veja em detalhes quais são os principais casos:

  • Gravidez e amamentação, onde certos antidepressivos podem ter efeitos negativos para o bebê;
  • Doenças hepáticas graves, já que a metabolização do medicamento pode ser afetada;
  • Interações medicamentosas: o uso de outros medicamentos, como anticoagulantes ou certos analgésicos, pode interferir na ação do antidepressivo;
  • Histórico de reações adversas a medicamentos que podem trazer prejuízos à saúde do paciente.

Nunca se deve usar antidepressivos sem acompanhamento médico, pois apenas o especialista pode avaliar a adequação do tratamento e garantir a sua segurança.

Como a pessoa fica quando toma antidepressivo?

Nos primeiros dias ou semanas de uso de antidepressivos, o paciente pode sentir uma melhora gradual do humor e um aumento na disposição. No entanto, também podem ocorrer efeitos colaterais temporários, como náusea, sonolência e tontura. 

Esses efeitos tendem a diminuir conforme o corpo se adapta ao medicamento.

É importante lembrar que o tempo de resposta varia de pessoa para pessoa, e o acompanhamento médico é muito importante para ajustar o tratamento de acordo com a evolução dos sintomas e possíveis efeitos adversos. 

A paciência e a comunicação com o médico são essenciais durante esse processo.

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Como a GnTech contribui no tratamento com antidepressivos

A GnTech oferece um avanço no tratamento de depressão e outros transtornos psiquiátricos por meio da farmacogenética. Com o teste PsicoGene Pro, é possível auxiliar médicos a identificar como o corpo de cada paciente metaboliza medicamentos, incluindo antidepressivos. 

O laboratório faz isso através da análise de variantes genéticas que podem afetar a eficácia e a tolerabilidade do tratamento.

Os principais benefícios dessa abordagem são:

  • Previsão de eficácia: a escolha do antidepressivo mais adequado com base na genética do paciente aumentam as chances de sucesso no tratamento;
  • Menos efeitos colaterais: identificação de quais medicamentos o paciente provavelmente tolerará melhor, que reduz efeitos adversos;
  • Menos tentativas e erros: evitar a necessidade de várias trocas de medicamentos até encontrar o mais adequado.

Esse tipo de personalização do tratamento faz a diferença no controle de transtornos psiquiátricos, e melhoram a qualidade de vida e a adesão ao tratamento.

Antidepressivos: por que a personalização faz diferença

Embora os antidepressivos sejam efetivos no tratamento de transtornos mentais, a forma como cada pessoa reage a eles pode variar bastante. 

Por isso, a individualização do tratamento, como a oferecida pela GnTech, é tão importante. Com ela, é possível aumentar a eficácia das condutas terapêuticas e reduzir os riscos de efeitos adversos. 

Com o apoio da farmacogenética e da medicina personalizada, o tratamento pode ser ajustado à realidade de cada paciente, para proporcionar mais segurança e adequação às suas necessidades.

Conheça o Teste Farmacogenético PsicoGene Pro da GnTech, e garanta mais qualidade de vida e bem estar cuidando da sua saúde mental de forma direcionada.

Perguntas frequentes sobre antidepressivos

Se você está em busca de mais informações sobre como esses medicamentos funcionam, suas indicações e efeitos, as perguntas a seguir podem ajudar a esclarecer pontos importantes. Confira!

Quais são os antidepressivos mais usados?

Os antidepressivos mais usados são os ISRS, como fluoxetina, sertralina e escitalopram, e os IRSN, como a venlafaxina.

Qual antidepressivo tira a tristeza?

Nenhum antidepressivo “tira a tristeza” de imediato, mas pode ajudar a melhorar o humor ao regular os neurotransmissores como serotonina e dopamina, proporcionando alívio gradativo dos sintomas de depressão.

O que acontece no cérebro de um depressivo?

No cérebro de uma pessoa com depressão, há uma desregulação dos neurotransmissores como serotonina, dopamina e noradrenalina, que estão ligados ao controle do humor e das emoções.

Foto de Guido Boabaid

Guido Boabaid

Psiquiatra e Psicoterapeuta. CEO e fundador da GnTech, Professor Convidado da Faculdade de Medicina da Unisul - Pedra Branca. Médico do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein. Mais de 1.000 casos clínicos guiados pelo Teste Farmacogenético.

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