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Guia completo sobre sertralina: uso, efeitos e acompanhamento médico

Sertralina é um medicamento que equilibra a serotonina no cérebro. É usado para tratar depressão e ansiedade, exigindo sempre acompanhamento médico.
  • Por Guido Boabaid
  • agosto 1, 2023
  • 30/10/2025
  • Tempo: 8 minutos

Em meio às opções de tratamento para depressão e ansiedade, um dos medicamentos mais conhecidos e prescritos no mundo é a sertralina, um antidepressivo que tem ajudado milhares de pessoas a recuperar o equilíbrio emocional e o bem-estar no dia a dia. 

Seu uso, porém, deve sempre ser orientado por um médico, já que cada organismo reage de maneira diferente aos medicamentos que atuam no sistema nervoso central.

A sertralina é indicada em diversos contextos clínicos e está entre os fármacos mais estudados dentro da psiquiatria. Quer entender como ela atua e quais cuidados considerar antes de iniciar o tratamento? Continue a leitura e descubra tudo.

Sumário

  • O que é sertralina?
  • Para o que é usada a sertralina?
  • Como a sertralina funciona no cérebro?
  • Qual é o efeito colateral de sertralina?
    • Quem toma sertralina fica mais calma?
  • Quem pode tomar sertralina e como usar com segurança?
  • Teste farmacogenético e o uso da sertralina
  • A sertralina e o papel da GnTech na personalização do tratamento
  • Perguntas frequentes sobre sertralina

O que é sertralina?

A sertralina é um tipo de medicamento antidepressivo pertencente ao grupo dos inibidores seletivos da recaptação de serotonina (ISRS). 

É um termo grande e um pouco assustador, mas basicamente significa que a Sertralina ajuda a equilibrar a quantidade de um certo tipo de químico no cérebro, chamado serotonina. Esse equilíbrio é importante para manter nosso humor estável.

Essa regulação é importante em pessoas com transtornos depressivos ou ansiosos, pois nesses casos costuma haver desequilíbrio na comunicação cerebral.

É um medicamento amplamente estudado, de uso controlado e prescrito em tratamentos de curto, médio e longo prazo, conforme a orientação médica. Entenda mais:

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Uma publicação compartilhada por GnTech – Testes Genéticos (@gntechtests)

Para o que é usada a sertralina?

A sertralina é utilizada no tratamento de diferentes condições relacionadas ao humor e à saúde mental. Sua principal indicação é para o tratamento da depressão, mas também é recomendada para transtornos de ansiedade e outras condições clínicas relacionadas a alterações emocionais ou comportamentais.

Entre os diagnósticos em que o médico pode indicar o uso da sertralina estão:

  • Depressão, com episódios depressivos maiores ou recorrentes;
  • Transtorno de ansiedade generalizada (TAG);
  • Transtorno obsessivo-compulsivo (TOC);
  • Transtorno do pânico;
  • Transtorno de estresse pós-traumático (TEPT).

Em alguns casos, também pode ser prescrita em quadros de transtorno disfórico pré-menstrual (TDPM), para reduzir oscilações de humor intensas.

A decisão sobre o uso da sertralina depende sempre de uma avaliação médica detalhada, considerando histórico clínico, outras medicações em uso e características individuais do paciente.

Como a sertralina funciona no cérebro?

O cérebro é formado por uma rede complexa de neurotransmissores, substâncias químicas que transmitem informações entre os neurônios. Um dos principais é a serotonina, que influencia o humor, o sono e o apetite.

Em pessoas com depressão ou ansiedade, pode haver baixa disponibilidade de serotonina. Dessa forma, a sertralina atua impedindo que essa substância seja rapidamente reabsorvida pelos neurônios, o que aumenta sua permanência nas sinapses, ou seja, as conexões entre as células cerebrais.

Essa ação favorece uma comunicação mais estável entre os neurônios e tende a reduzir sintomas como:

  • Tristeza persistente;
  • Irritabilidade;
  • Inquietação.

Vale ressaltar que o efeito do medicamento não é imediato. Geralmente, os primeiros resultados aparecem após duas a quatro semanas de uso contínuo, conforme orientação médica.

Close-up de uma pessoa segurando um copo de água e pequenos comprimidos (pílulas de Sertralina) na palma da mão, ilustrando o uso do medicamento antidepressivo para o tratamento de depressão e ansiedade.

Qual é o efeito colateral de sertralina?

Como qualquer medicamento, a sertralina pode causar efeitos colaterais como náuseas, alterações no sono, libido e apetite, agitação e tontura em algumas pessoas, principalmente nas primeiras semanas de uso. 

No entanto, nem todos os pacientes apresentam reações adversas, e elas costumam diminuir à medida que o organismo se adapta ao tratamento.

Os efeitos mais relatados incluem:

  • Náusea e desconforto gastrointestinal: sintomas como enjoo, dor abdominal leve ou diarreia podem surgir no início;
  • Alterações no sono: algumas pessoas sentem insônia, enquanto outras relatam sonolência;
  • Mudanças no apetite: pode haver aumento ou redução do apetite, levando à variação de peso;
  • Agitação ou nervosismo leve: sensações de inquietação podem ocorrer nos primeiros dias;
  • Alterações na libido: diminuição do desejo sexual ou dificuldade de alcançar orgasmo podem acontecer;
  • Tontura e vertigem: mais comum em quem se levanta rapidamente;
  • Boca seca e suor excessivo: efeitos geralmente transitórios.

O acompanhamento médico é indispensável para ajustar a dose ou substituir o medicamento, caso necessário. Interromper o uso por conta própria pode causar desconfortos como irritabilidade, tontura e sensação de mal-estar.

Quem toma sertralina fica mais calma?

Em parte dos casos, pode acontecer sim. Ao equilibrar a serotonina, a sertralina pode reduzir a tensão, o nervosismo e a sensação de ansiedade. Contudo, essa resposta depende de fatores individuais e pode levar algumas semanas para que o paciente a perceba de forma estável.

Quem pode tomar sertralina e como usar com segurança?

Use a sertralina apenas sob prescrição médica. O tratamento começa com doses baixas, que o médico pode ajustar conforme a resposta do paciente e a tolerância do organismo. Tome o medicamento por via oral, geralmente uma vez ao dia, com ou sem alimentos.

É importante seguir as orientações sobre o horário e não interromper o tratamento sem orientação profissional. A retirada deve ser gradual, para evitar sintomas de abstinência.

Veja alguns pontos que merecem atenção:

  • Informar ao médico todos os medicamentos em uso, incluindo fitoterápicos;
  • Evitar o consumo de bebidas alcoólicas durante o tratamento;
  • Monitorar o sono e o apetite, relatando alterações persistentes;
  • Ter paciência com o tempo de resposta do medicamento.

A resposta à sertralina pode variar bastante entre as pessoas, já que fatores genéticos influenciam na forma como cada organismo metaboliza o medicamento. É nesse ponto que os testes de farmacogenética da GnTech podem ajudar. 

Esses exames analisam variações genéticas que interferem na ação de antidepressivos, ajudando médicos a escolher a dose ou o fármaco mais adequado desde o início do tratamento, com mais segurança e previsibilidade.

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Teste farmacogenético e o uso da sertralina

Os testes farmacogenéticos avaliam o DNA do paciente para identificar variações genéticas que influenciam a forma como o organismo reage a diferentes medicamentos, incluindo os antidepressivos.

No caso da sertralina, certas variações em genes ligados às enzimas do fígado podem alterar a velocidade com que o corpo processa o remédio. Algumas pessoas metabolizam o fármaco muito rapidamente, o que pode reduzir sua eficácia, enquanto outras metabolizam mais devagar, o que pode aumentar a chance de efeitos adversos.

O teste farmacogenético é uma forma individualizada de entender a resposta medicamentosa de cada paciente, orientando o médico na escolha do antidepressivo e da dose mais adequada.

A GnTech realiza esse tipo de análise com foco na medicina personalizada, auxiliando profissionais de saúde a otimizar o tratamento de pacientes com depressão, ansiedade e outros transtornos, sempre buscando segurança e precisão clínica.

A sertralina e o papel da GnTech na personalização do tratamento

A sertralina é uma das medicações mais estudadas e seguras para o tratamento de depressão e transtornos de ansiedade. Mesmo assim, cada paciente tem uma resposta diferente, influenciada por fatores genéticos, estilo de vida e histórico clínico.

Os testes farmacogenéticos da GnTech ajudam a compreender essas diferenças e a definir estratégias de tratamento mais assertivas. Com base nas informações genéticas, o médico pode ajustar doses, evitar medicamentos com maior risco de efeitos indesejados e escolher alternativas mais compatíveis com o perfil do paciente.

Esse tipo de cuidado reduz o tempo de tentativas até encontrar o tratamento adequado e favorece uma jornada mais tranquila em busca do equilíbrio emocional.

Quer cuidar da sua saúde mental com mais confiança e qualidade de vida? Conheça como os testes farmacogenéticos podem orientar seu tratamento com segurança.

Perguntas frequentes sobre sertralina

A seguir, veja respostas para as dúvidas mais comuns sobre o uso da sertralina.

Qual o efeito da sertralina nos primeiros dias?

Nos primeiros dias, o organismo está se adaptando. É comum sentir leves alterações no sono, no apetite ou na disposição. Esses efeitos costumam ser temporários.

Quais são os efeitos positivos da sertralina?

Ela ajuda a reduzir sintomas de depressão e ansiedade, melhora o humor, a concentração e a disposição geral, favorecendo o equilíbrio emocional.

Por que sertralina não é tarja preta?

Porque não causa dependência química. A sertralina é um antidepressivo de tarja vermelha, cujo uso é controlado e deve ter prescrição médica.

Foto de Guido Boabaid

Guido Boabaid

Psiquiatra e Psicoterapeuta. CEO e fundador da GnTech, Professor Convidado da Faculdade de Medicina da Unisul - Pedra Branca. Médico do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein. Mais de 1.000 casos clínicos guiados pelo Teste Farmacogenético.

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