Ir para o conteúdo
Logo
  • Conheça a GnTech
  • Testes Farmacogenéticos
  • Categorias
    • Teste Farmacogenético
    • Depressão
    • Ansiedade
    • Bipolaridade
    • TDAH
    • Saúde Mental
    • TEA
    • Medicamentos
  • Conheça a GnTech
  • Testes Farmacogenéticos
  • Categorias
    • Teste Farmacogenético
    • Depressão
    • Ansiedade
    • Bipolaridade
    • TDAH
    • Saúde Mental
    • TEA
    • Medicamentos
Conheça o teste genético para medicamentos
Início » Teste Farmacogenético » Página atual
  • Teste Farmacogenético

Tipos de dor: conheça as diferenças e como cada uma é tratada

Quais são os tipos de dor principais, como são classificadas, exemplos práticos para cada e como o teste farmacogenético pode te ajudar.
  • Por Guido Boabaid
  • junho 19, 2025
  • 03/07/2025
  • Tempo: 9 minutos

Sentir dor faz parte da experiência humana. Ela é o sinal que o corpo envia para indicar que algo não está bem. Mas nem todas as dores são iguais e entender o tipo de dor que você sente é essencial para encontrar o tratamento mais eficaz.

Existem diferentes formas de classificação: por duração, por origem, por mecanismo ou até mesmo por como ela se manifesta no corpo. Dores agudas, crônicas, neuropáticas, nociceptivas, cada uma tem suas causas prováveis e respostas terapêuticas diferentes.

Neste conteúdo, você vai aprender a diferenciar os principais tipos de dor e por que essa identificação é tão importante. Ao final, também vamos mostrar como a farmacogenética pode contribuir para um tratamento individualizado, principalmente em casos de dor crônica.

Vamos lá?

Sumário

  • Os tipos de dor são classificados?
    • Dor aguda
    • Dor crônica
    • Dor nociceptiva
    • Dor neuropática
    • Dor nociplástica
    • Dor psicossomática
  • Como se classificam as dores?
  • Exemplos práticos para entender cada tipo de dor
  • O tipo de dor influencia no tratamento?
  • Dor não precisa ser uma incerteza: personalize seu tratamento
  • Perguntas frequentes sobre os tipos de dor

Os tipos de dor são classificados?

A dor pode ser classificada de diferentes maneiras, dependendo da sua origem, duração e dos mecanismos fisiológicos envolvidos. Geralmente são classificadas em: aguda, crônica, nociceptiva, nociplástica e psicossomática.

imagem-Banner

A seguir, saiba como cada uma costuma se manifestar:

Dor aguda

A dor aguda surge de forma repentina, geralmente em resposta a uma lesão ou inflamação recente. Pode durar alguns dias ou semanas, e costuma desaparecer com o tratamento da causa. É um sinal de alerta do corpo.

Exemplos: corte na pele, fratura, dor pós-cirúrgica, dor de dente.

Dor crônica

Diferente da dor aguda, a dor crônica persiste por mais de três meses. Pode ser contínua ou intermitente, e impacta diretamente a qualidade de vida. Muitas vezes, está associada a condições como fibromialgia, artrite ou dores na coluna.

Exemplos: lombalgia crônica, enxaqueca, dor pélvica, dor neuropática.

quais são os tipos de dor

Dor nociceptiva

Essa dor é causada pela ativação de nociceptores (receptores sensoriais que identificam danos nos tecidos). Pode ser dividida em:

  • Somática: originada na pele, músculos ou articulações;
  • Visceral: ligada a órgãos internos, geralmente mais difusa e profunda.

Exemplos: dor muscular após exercício, dor abdominal, entorses.

Dor neuropática

A dor neuropática está ligada a lesões ou disfunções no sistema nervoso central ou periférico. Pode ser descrita como formigamento, queimação, choque ou dormência, e tende a ser mais resistente a analgésicos convencionais.

Exemplos: neuralgia pós-herpética, dor diabética, dor após AVC.

Dor nociplástica

É um tipo de dor mais complexo, que não resulta de lesões aparentes, mas de alterações na forma como o sistema nervoso interpreta os sinais de dor. Frequentemente associada a doenças como fibromialgia e síndrome do intestino irritável.

Exemplos: fibromialgia, cefaleia tensional, dor generalizada sem causa orgânica clara.

Dor psicossomática

Aqui, a dor tem origem em fatores emocionais ou psicológicos, mesmo quando não há uma causa física identificável. Transtornos como ansiedade e depressão podem intensificar ou até desencadear esse tipo de dor.

Exemplos: dor no peito sem problemas cardíacos, dores difusas durante crises de ansiedade.

Como se classificam as dores?

Na medicina, a dor é classificada com base em critérios que ajudam a entender sua origem, duração e mecanismos. Essa categorização é importante para direcionar o diagnóstico e o tratamento corretos. As principais formas de classificação são:

  • Por duração:
    • Dor aguda: aparece de forma repentina e está geralmente ligada a uma lesão ou condição passageira;
    • Dor crônica: persiste por mais de três meses, podendo estar associada a doenças crônicas ou ser de causa desconhecida.
  • Por mecanismo:
    • Dor nociceptiva: causada por lesão tecidual que ativa os nociceptores (receptores sensoriais da dor);
    • Dor neuropática: resultado de danos ou disfunção no sistema nervoso periférico ou central;
    • Dor nociplástica: associada a alterações na forma como o sistema nervoso central processa estímulos, mesmo na ausência de lesão.
  • Por localização:
    • Somática: atinge músculos, ossos, pele;
    • Visceral: relacionada a órgãos internos;
    • Referida: percebida em local diferente do da origem real.

A identificação correta do tipo de dor é um passo importante para evitar tratamentos genéricos e que não trarão bons resultados. Ela abre caminho para terapias mais personalizadas, como a farmacogenética.

imagem-Banner

Exemplos práticos para entender cada tipo de dor

Compreender os tipos de dor na prática pode ajudar a identificar padrões e buscar o tratamento adequado mais rapidamente. Veja alguns exemplos que ilustram como diferentes dores se manifestam:

  • Dor muscular pós-exercício: costuma ser aguda e nociceptiva, provocada por microlesões nas fibras musculares. Melhora com repouso e compressas frias;
  • Enxaqueca frequente: é um exemplo clássico de dor crônica com componentes neuropáticos e nociplásticos. Pode ser desencadeada por estresse, alimentação ou alterações hormonais;
  • Dor nas costas que irradia para as pernas (ciática): essa dor neuropática geralmente resulta de compressão do nervo ciático. Pode ser intensa, contínua e acompanhada de formigamento;
  • Dor na fibromialgia: é considerada uma dor nociplástica, já que o sistema nervoso amplifica sinais dolorosos sem uma causa física clara. Os pacientes relatam dor difusa, fadiga e sono não reparador;
  • Dor pélvica crônica: pode envolver diferentes mecanismos: visceral, neuropática e nociplástica, exigindo uma investigação multifatorial e abordagem personalizada.

Esses exemplos mostram que reconhecer o tipo de dor ajuda a encontrar o alívio efetivo mais rapidamente. 

Acompanhe os conteúdos de blog relacionados:

  • Dor crônica: o que é, causas mais comuns e como tratar
  • Depressão: como o câncer pode levar à doença
  • Lúpus: sintomas e complicações
  • Irritabilidade: 7 estratégias para lidar no dia a dia
  • Check-up anual: quais são e por que fazer

O tipo de dor influencia no tratamento?

Sim, e de forma significativa. Cada tipo de dor tem um mecanismo diferente, o que significa que a resposta ao tratamento também varia. Por isso, a classificação correta da dor orienta diretamente a escolha dos medicamentos, dosagem e até a necessidade de tratamentos combinados. Veja como isso se aplica na prática:

  • Dores nociceptivas (como as decorrentes de lesões ou inflamações) geralmente respondem bem a analgésicos comuns e anti-inflamatórios;
  • Dores neuropáticas (como a dor do nervo ciático ou da neuropatia diabética) são mais resistentes e exigem o uso de antidepressivos, anticonvulsivantes ou até opioides em alguns casos;
  • Dores nociplásticas, como na fibromialgia, costumam necessitar de uma abordagem multidisciplinar, combinando medicamentos, psicoterapia e mudanças no estilo de vida.

Além disso, o metabolismo de cada paciente pode afetar a eficácia e segurança de um remédio. Um mesmo fármaco pode funcionar perfeitamente para uma pessoa e causar efeitos colaterais intensos em outra.

É por isso que, muitas vezes, o tratamento da dor envolve tentativa e erro, o que pode atrasar o alívio e comprometer a qualidade de vida. Esse cenário reforça a importância de abordagens individualizadas, como o uso dos testes farmacogenéticos.

Dor não precisa ser uma incerteza: personalize seu tratamento

A dor é uma experiência complexa e entendê-la a fundo é o primeiro passo para cuidar melhor da sua saúde. Como vimos, os tipos de dor têm origens, mecanismos e respostas ao tratamento muito diferentes. 

Quando se trata de dor, não existe uma única solução que funcione para todos. A variabilidade genética entre as pessoas explica por que alguns medicamentos são bons para uns e ineficazes (ou até prejudiciais) para outros. 

O Teste Farmacogenético ConfortGene, da GnTech, foi criado justamente para personalizar o tratamento medicamentoso da dor com base no DNA do paciente.

Com ele, você e seu médico podem descobrir quais medicamentos são mais eficazes e seguros para o seu organismo, com base na sua genética. É um recurso de precisão para reduzir tentativas frustradas, minimizar efeitos colaterais e melhorar sua qualidade de vida.

O teste é indicado para pacientes com:

  • Dor crônica ou de difícil controle;
  • Histórico de efeitos colaterais ou falha com analgésicos;
  • Preparo para cirurgias eletivas;
  • Uso de múltiplos medicamentos ao mesmo tempo (polifarmácia);
  • Casos acompanhados por equipes de dor, cuidados paliativos, anestesia ou reabilitação.

Além disso, a coleta é simples, indolor e feita com um swab bucal no conforto de casa. O laudo é entregue digitalmente e conta com suporte científico gratuito.

Veja como a ciência pode te ajudar a viver com menos dor.

Perguntas frequentes sobre os tipos de dor

Veja as principais dúvidas respondidas.

Quais são as 4 etapas da dor?

As quatro etapas da dor são: transdução, transmissão, modulação e percepção. Elas descrevem o processo pelo qual o corpo detecta um estímulo nocivo, transmite a informação ao cérebro, a modula conforme outros sinais e finalmente a interpreta como dor.

Quais são as 7 características da dor?

A dor pode ser descrita segundo sete aspectos principais: localização, intensidade, duração, frequência, qualidade (ex: queimação, pontada), fatores agravantes/aliviantes e impacto funcional. Essas características ajudam o profissional de saúde a entender melhor o quadro clínico.

Que é mialgia?

Mialgia é o termo médico para dor muscular. Pode surgir após esforço físico, infecções virais, distúrbios metabólicos ou condições crônicas como a fibromialgia.

Como descrever as dores?

É importante usar palavras que expressem intensidade (leve, moderada, intensa), qualidade (lancinante, queimação, pressão, latejante), e localização (ex: dor na lombar irradiando para a perna). Isso ajuda o profissional a classificar a dor corretamente e sugerir o melhor tratamento.

Qual é a escala de dor?

A mais comum é a escala numérica de 0 a 10, onde 0 é ausência de dor e 10 representa dor extrema. Também há escalas visuais com rostos expressando níveis de desconforto, úteis para crianças e idosos.

O que é uma dor lancinante?

É uma dor aguda e súbita, muitas vezes descrita como um golpe, facada ou choque. Geralmente está associada a lesões nervosas ou processos inflamatórios intensos.

Foto de Guido Boabaid

Guido Boabaid

Psiquiatra e Psicoterapeuta. CEO e fundador da GnTech, Professor Convidado da Faculdade de Medicina da Unisul - Pedra Branca. Médico do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein. Mais de 1.000 casos clínicos guiados pelo Teste Farmacogenético.

POSTAGENS RELACIONADAS

Mão segura laço roxo, símbolo de conscientização sobre doenças crônicas

O que é o Fevereiro Roxo e a conscientização sobre doenças crônicas

Leia mais »
Profissional de saúde entrega frasco de medicamento a paciente durante consulta

Fluoxetina para ansiedade: como funciona e quando usar

Leia mais »
Mulher sentada sobre um tapete ao ar livre, com as mãos em posição de meditação, usando roupa esportiva, com uma bicicleta ao fundo.

Benefícios da atividade física para saúde mental: como o exercício melhora humor, sono e bem-estar

Leia mais »
Teste farmacogenético GnTech
Logo
Somos o laboratório pioneiro e líder no Brasil em Testes Farmacogenéticos. Fale com um especialista.
Facebook Instagram Linkedin Youtube
Categorias do Blog
  • Teste Farmacogenético
  • Depressão
  • Ansiedade
  • Bipolaridade
  • TDAH
  • Saúde Mental
  • Ebooks
Sobre o teste GnTech
  • Sobre a GnTech
  • O que é o teste farmacogenético
  • Catálogo online
  • Depoimentos
  • CNPJ: 14.304.432/0001-09
Informações​​ e contato
  • Fale com um consultor
  • atendimento@gntech.med.br
  • Segunda a Sexta-Feira 8h às 18h
  • Política de privacidade
  • Av. Rio Branco, 380. Sala 105. Centro. Florianópolis / SC. CEP: 88015-200