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Como Ivone recuperou sua identidade com o teste farmacogenético para depressão

Ivone e o teste farmacogenético para depressão mostra como a genética pode apoiar médicos na personalização do tratamento.
  • Por Dr. Guido Boabaid - CRM/SC 5432
  • setembro 22, 2026
  • Tempo: 7 minutos

A história da Ivone com o teste farmacogenético para depressão revela uma jornada anterior marcada por tentativas, ajustes e desafios para encontrar um tratamento adequado. Como muitas pessoas, ela precisou lidar com as incertezas da resposta aos medicamentos.

Sua história também mostra como a farmacogenética pode acrescentar informações à avaliação médica ao analisar características genéticas relacionadas à reação medicamentosa. É dessa forma que a medicina personalizada busca apoiar decisões mais alinhadas às particularidades de cada paciente.

Acompanhe aqui a trajetória de Ivone, os desafios enfrentados durante o tratamento e veja como o teste farmacogenético contribuiu para uma mudança significativa na vida da paciente.

Sumário

  • A vida de Ivone antes do teste: sintomas, frustração e tentativa e erro
  • TotalGene: o que o teste revelou no caso da Ivone
  • Por que a resposta aos antidepressivos varia entre pacientes?
  • O que a história da Ivone ensina sobre tratamento personalizado para depressão
  • Como a GnTech ajudou Ivone a encontrar um tratamento mais personalizado
  • Perguntas frequentes sobre Ivone e o teste farmacogenético para depressão

A vida de Ivone antes do teste: sintomas, frustração e tentativa e erro

Ivone convive com o transtorno depressivo há mais de 30 anos. Nos últimos dois, passou a enfrentar sinais persistentes da doença, como apatia, fadiga, desânimo, negativismo, sono desregulado, coração acelerado, dormência, calafrios e perda de interesse em algumas atividades.

Na busca por melhora, ela passou por diferentes médicos e tentou tratamentos que não trouxeram a resposta esperada. Venlafaxina e desvenlafaxina fizeram parte dessa trajetória, mas, sem ajustes nas doses naquele período, não foram suficientes para controlar completamente o quadro:

“Vai no médico, vai no outro, faz tentativa de medicamento e nada resolvia. Eu não sentia vontade de fazer nada. Chegava do serviço, tomava meu banho, ia para a cama e simplesmente não levantava mais”.

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Relatos como esse são muito comuns em pacientes com depressão, e mostram como a busca pelo tratamento adequado pode ser desgastante. 

Embora cada caso da doença tenha características próprias, processos de tentativa e erro podem prolongar o sofrimento e impactar significativamente a qualidade de vida.

Leia também: Depressão refratária: o que é, causas e tratamento

TotalGene: o que o teste revelou no caso da Ivone

Ivone realizou o TotalGene, teste farmacogenético mais completo da GnTech, que utiliza uma coleta simples para analisar variantes genéticas relacionadas à resposta a medicamentos. 

Antes de o resultado ficar pronto, uma mudança na dose já trouxe melhora, mas o quadro ainda não estava completamente controlado.

Com o laudo em mãos, a médica passou a contar com informações complementares para avaliar a resposta aos medicamentos, a tolerabilidade e possíveis ajustes. 

O teste identificou uma alteração no gene MTHFR, levando à inclusão de metilfolato no tratamento. Além disso, houve a associação de dois medicamentos para reforçar a resposta terapêutica.

Três semanas depois, Ivone relatou uma melhora de 90%. Mas vale lembrar que esse resultado representa a experiência individual dela e não permite prever a resposta de outros pacientes.

“É outra vida. Voltei à minha vida, o que eu era há anos atrás.”

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Por que a resposta aos antidepressivos varia entre pacientes?

A resposta aos antidepressivos pode variar por fatores clínicos, genéticos e metabólicos, além do histórico de tratamento, das interações medicamentosas e de características individuais.

Os principais fatores clínicos são: diagnóstico, outros medicamentos em uso, dose, adesão e condições associadas. Já a genética pode influenciar as proteínas e enzimas envolvidas na resposta aos medicamentos. No caso da Ivone, por exemplo, o teste identificou alteração no gene MTHFR.

Além disso, diferenças na metabolização podem fazer com que uma pessoa processe determinado medicamento mais rápido e tenha menor exposição, enquanto outra pode metabolizá-lo mais lentamente e apresentar maior risco de efeitos colaterais adversos.

A farmacogenética estuda justamente como essas variações no DNA podem influenciar a resposta do organismo aos medicamentos, contribuindo em resultados mais assertivos no tratamento personalizado. 

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O que a história da Ivone ensina sobre tratamento personalizado para depressão

A história da Ivone mostra como é importante considerar as características individuais quando a depressão não responde como esperado ao tratamento. 

Sintomas persistentes, efeitos colaterais ou diferentes tentativas de medicamentos podem indicar a necessidade de uma investigação mais detalhada, sempre com acompanhamento médico.

Nesse contexto, o teste farmacogenético trás informações complementares sobre como o organismo tende a responder a determinados medicamentos. 

Esses dados também ajudam a reduzir incertezas e apoiar a tomada de decisão médica, sem garantir um medicamento específico ou eliminar a necessidade de ajustes.

A própria Ivone resume essa experiência:

“A mensagem que eu digo é a seguinte: procure o médico e procure fazer o exame. Porque eu penso assim, eu poderia continuar na tentativa e erro, né? E através desse exame, deu um parâmetro para que lado tu poderias ir… através do exame, nós conseguimos um resultado excelente.”

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Como a GnTech ajudou Ivone a encontrar um tratamento mais personalizado

Depois de anos de tentativa e erro, Ivone escolheu a medicina personalizada e, com o TotalGene, passou a contar com dados complementares para que sua médica avaliasse seu tratamento de forma individualizada. 

A partir disso, ela compartilhou uma melhora significativa e a sensação de voltar a ser quem era antes da doença.

Por isso, a GnTech, healthtech pioneira em farmacogenética no Brasil, atua em saúde mental, dor crônica, TEA e doenças complexas. Seus testes analisam características genéticas que podem influenciar a resposta do organismo aos medicamentos, apoiando decisões médicas mais personalizadas.

É importante lembrar que o exame não substitui consulta, diagnóstico ou acompanhamento médico. 

Assim como a Ivone, você também pode melhorar a resposta ao seu tratamento. Converse com seu médico sobre a possibilidade de realizar um teste farmacogenético. 

Conheça as soluções da GnTech para saúde mental.

Perguntas frequentes sobre Ivone e o teste farmacogenético para depressão

O que é um teste farmacogenético para depressão?

É um exame que analisa variantes do DNA relacionadas à forma como o organismo pode responder e metabolizar determinados medicamentos.

Como funciona o teste farmacogenético?

O teste analisa variantes genéticas a partir de uma amostra biológica e fornece dados que podem apoiar decisões médicas sobre medicamentos e tratamento.

Quais são os 3 neurotransmissores envolvidos na depressão?

Serotonina, noradrenalina e dopamina estão entre os neurotransmissores relacionados à depressão, embora outros mecanismos também estejam envolvidos.

Foto de Dr. Guido Boabaid - CRM/SC 5432

Dr. Guido Boabaid - CRM/SC 5432

Psiquiatra e Psicoterapeuta. CEO e fundador da GnTech. Médico do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein. Autor do livro "Onde foi parar a minha alegria?".Mais de 1.200 casos clínicos guiados pelo Teste Farmacogenético.

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