Rosângela e o teste farmacogenético da GnTech: a jornada de uma mãe em busca de respostas
- Por Dr. Guido Boabaid - CRM/SC 5432
- Tempo: 7 minutos
Rosângela é uma mãe que acompanhou de perto os desafios enfrentados pela filha durante anos de tratamento para depressão. Mesmo com acompanhamento profissional, a jovem passou por diferentes experiências com medicamentos e enfrentou efeitos adversos ao longo desse período.
Diante disso, Rosângela decidiu buscar outras possibilidades para compreender melhor a situação. Foi nessa busca que conheceu o teste farmacogenético da GnTech, que despertou seu interesse por analisar características genéticas que podem influenciar a resposta aos medicamentos.
Hoje, você vai conhecer a história de Rosângela, desde os primeiros problemas de saúde mental da filha até o encontro com a GnTech, e descobrir quais mudanças ela percebeu na vida da filha ao longo desse processo.
Sumário
A depressão da filha de Rosângela começou aos 14 anos
A filha de Rosângela começou a enfrentar a depressão e outras questões de saúde mental aos 14 anos. No depoimento, a mãe conta que a jovem precisou de atendimento hospitalar após um episódio de ingestão de medicamentos. Depois disso, ela passou a ser acompanhada por psiquiatras e psicólogos.
Rosângela então apoiou a filha de perto. Em vários momentos, a adolescente não podia ficar sozinha, e a necessidade de acompanhá-la mudou o dia a dia da família. Ao todo, foram quatro anos e meio em busca de respostas e de um tratamento que ajudasse a jovem.
Mesmo sem encontrar soluções, a mãe seguia ao lado da filha. Ter alguém com quem conversar é uma das recomendações do Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos (NIMH), que orienta adolescentes com sinais de depressão a conversarem com um adulto de confiança e procurar acompanhamento profissional.
Leia também: Como ajudar alguém com depressão? Aplique essas 7 dicas hoje mesmo
Quatro anos e meio de tratamentos, efeitos colaterais e poucas respostas
Durante quatro anos e meio, a filha de Rosângela passou por diferentes tentativas de tratamento. Segundo a mãe, os medicamentos não traziam a melhora esperada e ainda provocavam efeitos colaterais que tornavam esse período mais difícil.
Entre os mais citados por Rosângela estão: lactação, acatisia e ganho de peso expressivo. Ela descreve a sucessão de tentativas e erros dizendo que a filha se tornou um “laboratório ambulante de teste de medicação”.
Com os sintomas persistentes e as reações aos remédios, a jovem foi perdendo a confiança no tratamento da depressão. Rosângela recorda o que ouvia da filha:
“Mãe, eu não acredito mais nos remédios. Eu não acredito nos remédios. Esses remédios não fazem efeito.”
Diante dessa frustração, Rosângela começou a pesquisar outras possibilidades de acompanhamento. Queria descobrir o que havia de mais recente e encontrar alternativas que pudessem ajudar a filha.
Leia também: Saúde mental dos jovens no Brasil: cenário atual, desafios e dicas
Como Rosângela conheceu o teste farmacogenético da GnTech?
Foi então que ela conheceu o teste farmacogenético por meio de uma publicação da Dra. Ana Beatriz Barbosa no Instagram. Ao assistir ao conteúdo, ficou interessada na possibilidade de realizar o exame para buscar novas informações sobre o tratamento da filha.
Inicialmente, ela acreditou que precisaria viajar ao Rio de Janeiro para fazer o teste. Ao pesquisar o laboratório mencionado, entretanto, descobriu que a GnTech ficava em Florianópolis, cidade onde morava.
Depois de descobrir que o laboratório ficava na mesma cidade, Rosângela entrou em contato com a GnTech, recebeu orientações e levou a filha para fazer o exame. O teste trouxe informações que poderiam ajudar nas decisões sobre os medicamentos, junto ao acompanhamento psiquiátrico que a jovem já recebia.
Dica: Teste farmacogenético como aliado ao tratamento da depressão
O que o resultado do teste farmacogenético revelou para a família?
Segundo Rosângela, o laudo apresentou informações sobre medicamentos e possíveis reações que ela reconheceu na experiência da filha.
A mãe conta que logo relacionou os alertas do exame ao que havia acompanhado em casa. Para ela, encontrar essas informações no laudo aumentou a confiança no teste.
Essa relação entre genética e medicamentos é o que a farmacogenética investiga. O exame analisa variantes genéticas que podem influenciar como o organismo processa determinados remédios, a resposta ao tratamento ou o risco de toxicidade.
Segundo a FDA, essas informações devem ser consideradas junto a outros fatores clínicos. Por isso, cabe ao médico interpretar o resultado com o histórico da paciente, sem tratar o laudo como comprovação de todas as reações anteriores.
Depois de ler o resultado, Rosângela quis saber mais sobre quem estava por trás do trabalho. Foi assim que ela encontrou o nome do Dr. Guido Boabaid, entrou em contato e descobriu que ele também realizava atendimentos.
A melhora: a filha voltou a cantar, rir e estudar
Nos quatro meses anteriores ao depoimento, Rosângela percebeu uma melhora na filha que, segundo ela, não havia visto nos quatro anos e meio de dificuldades. A mudança aparecia em coisas que a jovem havia deixado de fazer e que começavam a fazer parte do seu dia novamente.
Cantar era uma delas. Rosângela conta que a filha gostava muito de cantar, mas havia se afastado dessa atividade. Os estudos também tinham sido interrompidos e, naquele momento, ela começava a retomá-los:
“A minha filha voltou a cantar, coisa que ela gostava muito de fazer. A minha filha voltou a rir. A minha filha tá voltando a estudar.”
Ver a filha rir, cantar e voltar aos estudos deu à mãe motivos para acreditar no tratamento. Ao mesmo tempo, Rosângela faz uma ressalva no próprio relato: “Não estou a dizer que isso é a solução ou a cura”.
Ela descreve uma melhora percebida pela família, em um período de acompanhamento profissional. Ou seja, essa experiência não indica como outras pessoas responderão ao tratamento.
Leia também: Como Ivone recuperou sua identidade com o teste farmacogenético para depressão
Rosângela e o teste farmacogenético da GnTech: acolhimento e ciência no cuidado
A história de Rosângela e o teste farmacogenético da GnTech mostra como o apoio familiar, o acompanhamento profissional e o acesso a informações sobre o tratamento fizeram parte do cuidado com a filha.
Ao compartilhar o que viveu, ela deixa uma mensagem para outros pais e mães: acolher os sentimentos dos filhos, tentar compreender o sofrimento sem se culpar e procurar quem possa ajudar.
A GnTech desenvolve testes farmacogenéticos que oferecem informações para apoiar médicos na personalização dos tratamentos.
Para saber se essas informações podem ajudar no seu acompanhamento, converse com seu médico sobre a possibilidade de utilizar a farmacogenética.
Conheça os testes farmacogenéticos da GnTech
Perguntas frequentes sobre o teste farmacogenético da GnTech
Depois de conhecer a história de Rosângela, você pode ter outras dúvidas sobre o teste farmacogenético da GnTech. Veja as respostas a seguir.
Sim. A indicação deve ser avaliada pelo médico, considerando a idade, o tratamento e o contexto clínico do adolescente.
Sim. A GnTech oferece suporte para auxiliar médicos e pacientes na compreensão dos resultados do teste farmacogenético.
Não. O teste fornece informações complementares e não substitui diagnóstico, prescrição ou acompanhamento com psiquiatra.



